Na entrevista:
• Espere o entrevistador lhe estender a mão e cumprimente-o, retribuindo a pressão que receber. Deixe o outro decidir quando terminar o aperto de mão. Olhe-o(a) nos olhos enquanto cumprimenta, sem encara-lo(a). Nada de beijos, abraços ou tapinhas nas costas.
• Seja educado(a), sempre, com cordialidade, sem excessos como um robô.
• Não coloque seus objetos pessoais na mesa do(a) entrevistador(a). Se não tiver algum lugar próximo para deixa-los, pergunte onde pode coloca-los de forma que não atrapalhe. Evite segurar bolsas, maletas, ou qualquer objeto contra o corpo, como se estivesse se protegendo do entrevistador.
• Respeite o espaço pessoal do entrevistador; se você se aproximar demais, ele provavelmente reagirá.
• Comunique-se com clareza, simpatia e receptividade. Não se mostre incomodado por ter de falar de sua vida, pessoal e profissional, é para isto que você está lá. Fale pausadamente; nem depressa demais e nem devagar demais. Fale o necessário, sem ser objetivo demais, sem se prolongar demais. Fique atento(a) se seus relatos estão coerentes e estão realmente sendo compreendidos pelo entrevistador.
• Mantenha a postura (atenção para as costas, pernas, movimentos das mãos). A linguagem corporal diz muito mais que as palavras.
• Mantenha uma expressão facial agradável, sorrindo nos momentos oportunos. A ciência prova que quanto mais positivos parecemos, mais respostas positivas nós obtemos.
• Cuidado com o falso sorriso (“forçado”) – nada pode ser exagerado.
• Não masque chicletes, ou chupe balas, durante a entrevista. Se você tiver problema de mau-hálito, recorra a uma bala refrescante antes da entrevista.
• Não use gírias, ou faça uso de “palavrões”. Fique atento(a) para falar corretamente.
• Não fume, nem enquanto aguarda para ser entrevistado(a)! Lembre-se que enquanto aguarda, pessoas treinadas podem já estar analisando-o(a).
• Não roa unhas ou coma “cantinhos” do dedo, antes ou durante a entrevista. Estes comportamentos denunciam seu extremo nervosismo e ansiedade.
• Não minta na entrevista; sua linguagem corporal pode denunciá-lo.
• Evite cruzar os braços, ou ficar com as mãos fechadas e pouco visíveis. Para transmitir confiança, precisamos estar de “peito aberto”, e mãos “limpas”. Qualquer postura que forme uma “barreira” entre você e o entrevistador pode ser bastante prejudicial.
• Evite falar mal de ex-empregadores; a próxima empresa ficará com receio de você fazer a mesma coisa. Utilize argumentos sensatos e coerentes, que não prejudiquem você e nem a empresa. Lembre-se: existem muitas maneiras de se dizer a mesma coisa...
• Fale de você, sempre ressaltando seus pontos positivos, com sinceridade e moderação, e não arrogância. Todos nós temos qualidades e... defeitos (ou características a melhorar), e o entrevistador sabe disto (e também os tem).
• Fique atento(a) para os sinais de final da entrevista e não procure de forma alguma prolonga-la. Arrume suas coisas de um modo calmo e deliberado – nunca freneticamente. Dê um aperto de mão se o outro tomar a iniciativa, vire-se e saia.
Não tente parecer o que você não é, ninguém consegue segurar a “máscara” por muito tempo!
Você pode não ter uma segunda chance de poder causar uma boa primeira impressão!
Lembre-se: não há receita de bolo; estas dicas são gerais; cada caso deve ser avaliado isoladamente. De qualquer forma, você pode sempre contar com um amigo, um parente, um profissional da área para ajuda-lo, até mesmo ensaiar com você (isto o(a) deixará mais a vontade no momento “real”).
Invista sempre em seu marketing pessoal, controle a respiração, mantenha o controle e abuse de seu jogo de cintura.
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